Dicas da Lição 1 – “O Evangelho do Filho do Homem”

Dicas da Lição 1 – “O Evangelho do Filho do Homem”

O Evangelho do Filho do Homem

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Dicas

Devoção e Preparo:

É importante que você compreenda o papel do Espírito Santo como agente direto da sua preparação. Leia os Conteúdos, se prepare com os Slides, comentários adicionais e Dicas de dinamização da EB, entretanto nunca se esqueça do seu tempo diário de Leitura da Palavra e Oração inclusive por seus alunos.

Adicionais:

  • Você, professor, tem a sua disposição os comentários adicionais que poderá usar como apostila para o seu preparo pessoal.
  • Você pode ler um breve comentário que elucida a diferença que há no evangelho de Lucas em relação a Marcos e Mateus, segue o link: http://leilacast.blogspot.com.br/2015/02/lucas-o-evangelho-do-filho-do-homem.html
  • Use os Slides: Lembre-se, seus alunos também assimilam o conteúdo estudado através de ferramentas visuais.

 

Introdução

No Início da Aula você poderá usar o vídeo de apresentação dessa nossa série de lição postado no link https://www.youtube.com/watch?v=Fn4qMVoZclE Um breve esclarecimento sobre o fantástico evangelho do Filho do Homem pelo Pr. Alan Rocha. Ao Final você pode perguntar se alguém de sua vez já leu o evangelho de Lucas e o que lhe chamou mais a atenção em relação aos outros evangelhos.

Item 1 – Aplicando o Evangelho e Respectiva questão 5.

Para falar sobre fé em meio ao um tempo relativista onde muitas pessoas acreditam no que querem ou dizem possuir a sua verdade, você pode realizar uma dinâmica rápida e simples.
Material:

  • Uma pedra de Gelo
  • Uma pedra comum de tamanho médio (de preferência do mesmo tamanho que a pedra de gelo)

Desenvolvimento:

Você poderá deixar as duas pedras uma do lado da outra de preferência em um lugar visível a todos; enquanto todos observam curiosos as duas pedras você poderá perguntar: “O que esses dois objetos têm em comum? ”, talvez alguém responda que os dois são pedra, e você poderá também perguntar qual a diferença entre as duas pedras. A essa altura a pedra de gelo estará derretendo, e você poderá argumentar que assim são as teorias relativistas desse tempo, parecem serem tão convincentes com argumentos científicos fantásticos, mas o tempo mostra que cada argumento contra a fé ou diferente do evangelho derrete como a pedra de gelo. Embora pareça ter consistência o plano dessa sociedade em descrer de Deus vira água quando a necessidade humana na prática clama pelo amor de Deus e pela fé no evangelho de Jesus.

[Agora com a outra pedra nas mãos você poderá aplicar]

“A pedra (o Evangelho do Filho do Homem) mesmo que tão simples não se alterou ao longo dos anos e têm fortalecido, salvado e trazido vida a muitas pessoas, pois é remédio que se identifica com a nossa humanidade quando revela um Senhor que está disposto “a salvar o que se havia perdido”. Assim é o evangelho do filho do homem, simples; porém inabalável! Quem crê e confia nesse evangelho é como rocha forte, sua vida está edificada sobre firmes fundamentos, quando vierem as tempestades da dúvida, do desânimo, da doença; jamais será abalado.”

 

Comentários adicionais

Item da lição: “Estudando o evangelho”

1. O autor do Evangelho é Lucas:
“Todos os manuscritos gregos creditam o Evangelho a Lucas, no título. Deveríamos saber que Lucas escreveu estes dois livros, mesmo se não houvesse nenhuma evidência de escritores antigos. Irineu definitivamente atribuiu o Evangelho a Lucas, como também o fazem Clemente de Alexandria, Tertuliano, e o Fragmento Muratoriano.” (ROBERTSON, A. T. Comentário Lucas: à Luz do Novo Testamento Grego. Tradução: Luís Aron de Macedo. Rio de Janeiro: CPAD, p.15).
Item da lição: “As fontes do evangelho”

2. Uma obra, dois volumes:
“O autor de Atos se refere ao Evangelho especificamente como ‘primeiro tratado’ (At 1.1), (…) e ambos são dirigidos a Teófilo (Lc 1.3; At 1.1). O mesmo estilo aparece no Evangelho e em Atos, de forma que a pressuposição é forte em apoio à afirmação do autor. É bem possível que a Introdução formal ao Evangelho (1.1-4) se destinasse também a ser aplicada em Atos que possui apenas uma oração introdutória.” (Ibidem, p.14).
3. Esboço da vida de Lucas:
“Três passagens do Novo Testamento [Cl 4.14, Fm 23s, 2Tm 4.11] citam Lucas pelo nome: as duas primeiras passagens bíblicas são Cl 4.14: ‘Saúda-vos Lucas, o médico amado, e também Demas’, e Fm 23s: ‘Saúdam-te Epafras, prisioneiro comigo, em Cristo Jesus, Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores.’ Dessas duas saudações resulta o seguinte: 1) Lucas foi um dos colaboradores de Paulo no trabalho missionário entre os gentios. 2) Uma vez que em Cl 4.10s Paulo destaca os colaboradores da circuncisão de forma específica, sem arrolar Lucas entre eles, não pode haver dúvida de que Lucas era de família não judaica. Logo, Lucas era um gentio cristão. 3) Do título de médico, atribuído a Lucas em Cl 4.14, deduz-se que ele era cientificamente instruído.” (Rienecker, Fritz. Evangelho de Lucas: comentário Esperança. Tradução: Werner Fuchs. Curitiba: Esperança, 2005, p.11).
Item da lição: “O método do evangelho”

4. Pesquisa inspirada:
“Nesse prólogo Lucas se reporta ao incondicional testemunho ocular de seus informantes. Afinal, era a história que trata do bem e da desgraça de toda a humanidade. Aqui a demonstração da veracidade possui uma relevância soteriológica (referente à doutrina da salvação). O espírito da verdade e a determinação em prol da verdade vicejam com vigor juvenil nas testemunhas que haviam
visto, face a face, a própria Verdade, a saber, Jesus Cristo.” (Ibidem, p.16).
Item da lição: “Os propósitos do evangelho”

5. História teológica:
“O terceiro Evangelho é um documento teológico, Não uma biografia no sentido moderno da palavra. Lucas estava interessado no significado teológico de certos eventos ocorridos na história; contudo, para ele, a verdade acerca do que acontecia era importante; a história de fato importa. O cristão de fato adora um Senhor ressurreto, mas a realidade da pessoa histórica, Jesus Cristo, é de grande importância.” (Hale, Broadus David. Introdução ao estudo do Novo Testamento. Tradução: Cláudio Vital de Souza. São Paulo:Hagnos, 2001, p.120).

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