Dicas da lição 10 – “A compaixão e o dinheiro”

Dicas da lição 10 – “A compaixão e o dinheiro”

A compaixão e o dinheiro

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Dicas

  1. Vídeo: O vídeo desta semana conta como dois garotos ajudaram um agricultor pobre que precisava de recursos para sua família. Aplique o vídeo na introdução, ou em um dos três itens explicativos da lição. Pergunte a classe: “será que temos pensando em como fazer o bem, ou só em nosso consumo e vontades?”. Acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=_t2obm3kATk
  2. Tabela de gastos
    Para a parte aplicativa da lição, pp.67-68, utilize a tabela abaixo, que os ajudarão a “repensar os seus gastos” e “destinar” seu dinheiro de maneira que ajude o próximo.Material: Imprima a tabela e distribua juntamente com canetas para seus alunos e alunas.Explicações aos alunos e alunas:
    I. Despesas necessárias: anote a média que gasta por mês com as despesas essenciais. Tente lembrar se existem itens a mais que estão sendo comprados e não usados. Também, pense em como gastar um pouco desse essencial com quem precisa.
    II. Despesas de entretenimentos: Faça uma média de quanto gasta semanalmente com lanches, pizzas, cinema e etc. Diante do levantamento, como poderia eliminar algum gasto pensando em doar?
    III. Despesas de solidariedade: Diante dos levantamentos, peça que anotem os valores apurados e qual a média adquirida para doação.
    IV. Total repensado: Quanto se descontaria para despesas solidárias.
    tabela_dicas10

 

Comentários Adicionais

  1. O maior exemplo de Compaixão:
    “(…) antes de ofertar, devemos considerar o que Jesus deu para nos salvar. Meditando no seu amor total, imitaremos o exemplo da igreja primitiva e seremos generosos. Nunca conseguiremos dar tanto quanto ele.” (BOST, Bryan Jay. Deus e o dinheiro: o papel das finanças na vida do cristão. 2 ed. São Paulo: Vida Cristã, 2007, p.72).
  2. Compaixão auto promotora:
    “Muitas pessoas contribuem para os necessitados a fim de angariar méritos diante de Deus. Pensam que podem ser salvas por suas obras. A Bíblia, diz porém, que devemos fazer boas obras não para sermos salvos, mas porque fomos salvos (Ef 2.10). Nossa contribuição deve ser resultado da graça de Deus em nós e não a causa dela por nós.” (LOPES, Hernandes Dias. Dinheiro: a prosperidade que vem de Deus. São Paulo: Hagnos, 2009, p.56).
  3. Compadecer-se dos fracos:
    “Se o caráter de Deus inclui um zelo por justiça que o leva ao mais terno amor e à intimidade mais profunda com pessoas em desvantagem social, como, então, deve ser e agir o povo de Deus? Devemos nos preocupar intensamente com os fracos vulneráveis como ele se preocupa.” (KELLER, Timothy. Como integrar fé e trabalho. Tradução: Eulália Pacheco Kregness. São Paulo, Vida Nova, 2014, p.29).
  4. Compaixão estendida a todos:
    “Nossa primeira responsabilidade é com a própria família e os parentes (1 Tm 5.8), e a segunda é com os membros da comunidade da fé (Gl 6.10). No entanto, a Bíblia deixa claro que o amor prático dos cristãos, sua justiça generosa, não deve se restringir às pessoas que têm a mesma crença que nós.” (Ibidem, p.75).
  5. Compaixão, sinal da presença de Deus:
    “Se um irmão está com alguma necessidade, precisamos fazer mais por ele que apenas dizer, de maneira piedosa: ‘Aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se’ ([Tg] 2.15). João, o apóstolo do amor, lembra-nos de que, se fecharmos o coração diante da evidente necessidade de alguém quando temos condição de ajudar, o amor de Deus não está em nós (1João 3.17).” (RICHARD, Foster. A liberdade da simplicidade. Tradução: Judson Canto. São Paulo: Vida, 2008, p.68).