Dicas da lição 10 – “Irradie felicidade”

Dicas da lição 10 – “Irradie felicidade”

Irradie felicidade

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Dicas

Dinâmica 1: Para o item 1, faça a seguinte dinâmica “Sal da Terra”.

  • Material para a dinâmica: três copos com água e três porções de sal em saquinhos de plásticos e uma colher. Peça antecipadamente para que um de seus alunos execute esta dinâmica.
  • Desenvolvimento: Coloque os três copos enfileirados, um ao lado do outro, deixando certo espaço. Em seguida, coloque um saquinho de sal ao lado do copo 1; o segundo saquinho de sal deverá ser posto fechado dentro do copo 2; já o sal do terceiro saquinho deve ser derramado dentro do copo 3 e mexido com a colher. A ideia é ilustrar o ensino do tópico “seja sal” e falar que quem é sal (cristão), tem uma missão: salgar (influenciar). Pergunte: Qual das três situações a vida de cada aluno tem se encaixado.

Dinâmica 2: Para o item 1, faça a seguinte dinâmica “Luz do Mundo”.

  • Material para a dinâmica: Utilize uma vela, um prato, um copo de plástico e fósforos ou isqueiro. Peça antecipadamente para que um de seus alunos execute esta dinâmica.
  • Desenvolvimento: Pegue o prato, acenda a vela, e fale que o cristão tem a luz de Deus e, portanto, deve brilhar. Em seguida pegue o copo e com a parte de baixo dele apague a vela. Mostre que se não desenvolvermos nossa missão a nossa luz para nada serve. Pergunte: “O que tem escondido sua luz?”. Depois volte a acender a vela, e mostre que o cristão deve desempenhar sua missão de compartilha o Evangelho.

(Dinâmicas adaptadas de: http://euvoupraebd.blogspot.com.br/2014/07/dinamica-da-licao-02-o-valor-do.html#.VtRaCfkrKM8 > Acesso: 29/02/2016.)

Vídeo

Para o tópico 3 “Irradie Jesus”, depois de fazer a exposição do mesmo, exiba um vídeo que nos fala sobre a nossa missão como cristãos: sermos “a mensagem”, por meio de nossas palavras e ações, para glorificarem ao Pai. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=WQEbHyqQNAw

 

Comentários Adicionais

  1. Asfalto:
    “(…) se um discípulo perde sua ‘virtude’, ele é como o sal que perde sua salinidade, tornando-se, assim, uma substância completamente inútil, só servindo para ser jogado fora, nas ruas, onde é pisado pelos caminhantes.” (TASKER, R. V. G. Mateus: introdução e comentário. Tradução: Odair Olivetti. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1980, p.51)
  2. Não se esconda:
    “Os discípulos não devem então esconder-se, mas viver e trabalhar em lugares onde sua influência seja sentida e a luz da verdadeira bondade cristã, expressando-se em atos reais de gentileza e serviço, não é uma luz deste mundo, mas vem de Deus, e possam consequentemente ser levados a dar honra e louvor ao Doador da mesma.” (Idem).
  3. Sal e luz:
    “O caráter e a bem-aventurança dos cidadãos do reino foram descritos nas bem-aventuranças. A bem-aventurança final era de caráter transicional. Ela descreveu a atitude do mundo para com os crentes no Senhor Jesus Cristo. Os ‘dois emblemas’ agora introduzidos – sal e luz – descrevem o inverso, ou seja, a influencia do reino sobre o mundo, a resposta dos seguidores de Cristo àqueles que os perseguem. Por meio destes dois emblemas ou metáforas revela-se a importante verdade de que essas pessoas a quem o mundo – inclusive o mundo aparentemente piedoso dos escribas e fariseus – mais odeia são precisamente aquelas a quem o mundo mais deve.” (HENDRIKSEN, William. Comentário do Novo Testamento: Mateus. Vol 1. Tradução de Valter Graciano Martins. São Paulo: Cultura Cristã, 2001.pp. 512-13)
  4. Nossa influência:
    “É uma tragédia que a igreja evangélica, representando 20-25% da população brasileira, não tem exercido influência maior para o bem no meio político, sindical e social, como o verdadeiro ‘sal da terra’. ‘Os cristãos foram colocados por Deus numa sociedade secular para retardar esse processo de podridão. Deus pretende que penetremos no mundo. O sal cristão não tem nada de ficar aconchegado em elegantes e pequenas despensas eclesiásticas; nosso papel é o de sermos ‘esfregados’ na comunidade secular, como o sal é esfregado na carne para impedir que apodreça (Stott)’” (A influência do cristão. Disponível em: <http://ultimato.com.br/sites/estudos-biblicos/assunto/vida-crista/a-influencia-do-cristao/> Acesso em: 14/12/2015.)
  5. Contra cultura:
    “Não há dúvida que Jesus está enfatizando que deve haver uma diferença fundamental entre o crente e o não crente, entre a igreja e o mundo. Diz Stott: ‘Este tema é básico no Sermão do Monte. O Sermão foi elaborado na pressuposição de que os cristãos são por natureza diferentes, e convoca-nos a sermos diferentes na prática. Provavelmente, a maior de todas as tragédias da igreja ao longo de sua história… tem sido a sua constância de conformar-se à cultura prevalecente, em lugar de desenvolver uma contracultura cristã’.” (Idem).

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