Dicas da lição 11 – “A renovação da aliança”

A renovação da aliança

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Dicas

Dinâmica: Caixa pequena e imagens em papel sulfite.
Desenhe (caso tenho dificuldade para desenhar, imprima as imagens da internet) em papel sulfite imagens de objetos como aliança, pneu, chave, chupeta, para representar uma realização. Exemplo: aliança representa casamento, pneu representa automóvel, chave representa casa e chupeta representa um bebê. Ponha essas folhas de papel com as imagens numa caixa pequena e, ao estudar o item 1: A história é recordada, tire-as da caixa, uma por vez. Ao mostrar a imagem, pergunte aos alunos se a mesma tem a ver com algum feito de Deus na vida deles e peça para, ao menos um deles contar a sua experiência. Faça isso com as demais imagens e reforce a ideia de que os feitos de Deus jamais devem ficar no esquecimento.

Vídeo: Após estudar o item 2: O desafio é lançado, mostre o vídeo denominado “fazendo as escolhas certas”: https://www.youtube.com/watch?v=7prspxaVPKk

Imagem: Ao abordar o item 3: A aliança é renovada, mostre à classe a imagem de um casamento. Ela pode ser projetada em Datashow ou impressa em papel. Comente com a classe sobre a importância de levarmos a sério o nosso comprometimento com Deus, comparando-o à seriedade e durabilidade do casamento.
Como sugestão de imagem, você pode acessar o link: https://goo.gl/RPPxS6

Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. Retrospectiva de Josué
      “O livro de Josué não é uma biografia desse líder de Israel no sentido mais estrito do termo, mas, sem dúvida, revela muito sobre esse homem piedoso. Assim como o restante das Escrituras do Antigo Testamento, esse livro foi escrito tanto para nos advertir (1 Co 10:11) quanto para nos encorajar(Rm 15:4). Assim, devemos fazer uma pausa para uma retrospectiva da vida e do ministério de Josué e aprender dele lições que nos ajudem a conhecer e a servir ao Senhor.” (WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento. Vol. 2. Histórico. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André, SP: Geográfica editora, 2006, p.84).
    2. Temer a Deus!
      “O temor do Senhor é a essência da atitude religiosa que se espera do crente no AT. O termo ocorre com frequência em Deuteronômio (4.10; 6.2, 13, 24). O temor do Senhor é a atitude de respeito e de reverência filial cabível ao filho de Deus diante do Seu Criador e Redentor. Esse temor é desejado e aprovado por Deus (Dt 4.10).” (WOUDSTRA, Marter H. Comentário do Antigo Testamento: Josué. Tradução de Marcos Vasconcelos. São Paulo: Cultura Cristã, 2011, p.319).
    3. Escolham seu culto!
      “(…) a escolha entre servir ao Senhor e servir a todas as outras divindades era real, e essa era a preocupação principal de Josué. Se servir ao Senhor não parece bem a vocês (lit. ‘é mau aos olhos de vocês’), então o caminho estava aberto para aquela outra escolha que na realidade não é escolha, embora as possibilidades sejam muitas e pareça haver ali uma escolha. Deuses regionais e locais, ou deuses ancestrais, os israelitas podiam escolher para a plena satisfação do seu coração. O próprio Josué, porém, que saibam que quanto a mim e a minha casa, nós serviremos ao Senhor.” (Ibidem, p.320).
    4. Coração dobre
      24:16-28 O povo prometeu servir a Jeová, mas Josué disse: ‘Não podereis servir ao SENHOR’ (v.19), ou seja, os israelitas não podiam servir a Jeová e adorar ídolos ao mesmo tempo. Sem dúvida, Josué percebera que estavam envolvidos em idolatria, pois possuíam deuses estranhos em suas tendas (v.23).” (MACDONALD, William. Comentário bíblico popular: Antigo Testamento. Tradução de Susana Klassen e Vanderlei Ortigoza. São Paulo: Mundo Cristão, 2010, p.173).
    5. Serviremos sim, ao Senhor!
      “O povo responde com um Não direto e incisivo. Os israelitas negam a acusação de Josué e escolhe, por livre vontade, permanecer fiéis ao SENHOR Deus. Para o cristão, Israel representa aqueles que confessam sua fé (Mt 10.32; Lc 12.8; Rm 10.9). Esse é o primeiro passo do cristianismo, por mais que esteja por se testar a verdadeira força dessa fé.” (HESS, Richard. Josué: Introdução e comentário. Tradução de Márcio Loureiro Redondo, Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 2006, p.272).