Dicas da lição 11 – “Algemado pelo Evangelho”

Dicas da lição 11 – “Algemado pelo Evangelho”

Algemado pelo Evangelho

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Dicas

  • Resumo: Como esta lição 11 destaca 6 capítulos de Atos, você poderá distribuir entre seus alunos (as) durante a semana estes capítulos: 21 a 26, e peça que façam um breve resumo de cada capítulo e levem na aula de sábado. Você poderá pedir individualmente, duplas, trios ou dividir a classe em dois grupos.
  • Vídeo: Exiba no item 1, que fala sobre a prisão do apóstolo Paulo, o vídeo intitulado “Missionária vive a dura realidade da Igreja Sofredora”, nos traduz atualmente como o sofrimento acompanha o testemunho da igreja cristã. Acesse aqui: https://www.youtube.com/watch?v=-Oyl6kjybZE
  • Painel de notícias: Para o item 2, “A defesa de Paulo”, distribua entre seus alunos (as) os seguintes textos bíblicos: At 23:12-15; At 24:22-27; At 25:8-11; At 26:1-23. Contrastando com as acusações e defesas feitas a Paulo. Peça que seus alunos destaquem alguns noticiários que mostraram alguns casos e prisões de líderes evangélicos. Quais as diferenças para com as prisões de Paulo? Destaque a seus alunos (as) que há gente sofrendo de verdade por Cristo.

 

Comentários Adicionais

1. O incompreendido:
“‘Será que é mesmo tão horrível ser incompreendido?’, perguntou Ralph Waldo Emerson. ‘Pitágoras, Sócrates foram incompreendidos, como também Jesus, Lutero, Copérnico, Galileu e Newton… Ser grande é ser incompreendido.’ Emerson poderia ter acrescentado que o apóstolo Paulo foi incompreendido tanto por seus amigos quanto por seus inimigos.” (WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico expositivo: Novo Testamento, vol. 2. Tradução: Susana E. klassen. Santo André, SP: Geográfica, 2006, p.634).

2. Auto sacrifício:
“Assim como os cristãos de Tiro, os cristãos de Cesaréia imploraram a Paulo que não fosse a Jerusalém. Sem dúvida, homens escolhidos pelas igrejas poderiam entregar a oferta a Tiago e os presbíteros de Jerusalém, de modo que não era necessário Paulo ir pessoalmente. Mas Paulo calou-os, dizendo que estava pronto não apenas a ser preso, mas, se necessário, a morrer pelo nome do Senhor Jesus Cristo.” (Ibidem, p.635).

3. Direitos garantidos:
“Quando Félix foi substituído por Pórcio Festo, os judeus mais uma vez apresentaram o seu caso contra Paulo. Durante este julgamento, diante do novo governador Festo, Paulo, usando seus direitos de cidadão romano, pediu uma audiência diante de César, o que lhe foi prometido. Esta decisão legal frustrou a ação final dos inimigos judeus de Paulo.” (Comentário do Novo Testamento: Aplicação Pessoal. Tradução: Degmar Ribas. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, Vol. 1, p. 737).

4. Inocente:
“Festo e Agripa discutiram o caso, e concordaram que Paulo era inocente. O rei Agripa, um simpatizante dos judeus e muito versado em assuntos judaicos, acrescentou a sua justificação legal ao movimento cristão. Isto seria muito confortador e de grande utilidade para os crentes por todo o império, que estavam sofrendo pressões crescentes daqueles que queriam perseguir o movimento cristão alegando que ele era antijudeu e anti-romano.” (Ibidem, p.743).

5. Fim de sessão:
“A sessão chegou ao fim, e o grupo na plataforma retirou-se. Lucas continua a ressaltar Agripa como sendo a figura principal como sendo a figura principal da reunião. Os que estavam assentados com eles podia significar um conselho de assessores do juiz (21:12), mas o termo provavelmente não se emprega no seu sentido técnico aqui.” (MARSHALL, I. Howard. Atos: introdução e comentário. Tradução de Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1982, p.372).

2 Comments

  1. Suyany disse:

    Estas licoes sao feita atraves do espirito santo

  2. Gostaria de apontar para um pequeno “se não “. O item Bibliográfico (1 ), demonstra que há desconhecimento do autor sobre o assunto, visto ter Paulo, cometido sim crime, de acordo com a “lei romana” vigente àquela época. Tratava-se do crime de “Proselitismo”, por essa razão é que o judaísmo não sofreu perseguições a semelhança do cristianismo. Os autores já pararam para pensar porque os “Esseus” praticamente, compravam meninos pobres para inicia-los nos princípios da fé no deserto? Pelo simples fato de que, tentar converter um homem ou uma mulher aos seus princípios, era crime. Claro, que sempre houveram alguns casos para os quais se fazia vistas cegas, todavia, enquanto os casos fossem esporádicos, ninguém ficava aborrecido.
    Para comprovar o dizemos sugerimos um livro que qualquer um pode ter acesso: “O Cristianismo Através dos Seculos”. Nele, o Dr. Murradd dirá exatamente o que afirmamos acima, com mais veemência e precisão

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