Dicas da Lição 11 – “Os ultimatos do Filho do Homem”

Dicas da Lição 11 – “Os ultimatos do Filho do Homem”

Os ultimatos do Filho do Homem

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Dicas

1. Vídeo: Mostre a sua classe um vídeo de 3:15 min, que fala exatamente da “entrada triunfal” (item 1) de Jesus em Jerusalém e as implicações deste episódio. Faça relações com o item 1 da lição. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=yGeGqBj5DsU.

2. Perguntas: Para o item 2, distribua a seus alunos e alunas, folhas de papel e caneta, e faça algumas perguntas (contextualizadas), que os opositores de Jesus fizeram a Ele. Dizendo aos alunos e alunas: “Como vocês responderiam se estivessem no lugar de Jesus”.

Perguntas aos alunos Perguntas em Lucas
 1. O que é autoridade? E quem dá autoridade às pessoas?  Lc 20.1-2
 2. O que são impostos? Devemos pagar?  Lc 20.22-26
 3. O que é ressurreição? Quando acontecerá?  Lc 20.27-40
 4. Quem é o Messias (enviado) para você? Lc 20.41-44

3. Manchetes: Peça que seus alunos e alunas, tragam notícias (impressas ou via WhatsApp/redes sociais/imagens para slides), que indicam o cumprimento do “sermão profético” de Jesus, estudado no item 3. As notícias devem estar ligadas com os temas: Falsos profetas (Lc 21.8), guerras (vv.9-10), terremotos, epidemias e fome em vários lugares (v.11), perseguição religiosa (vv.12-15), desestruturação familiar(v.16), ódio aos cristãos (vv.17-19).

Conclua dizendo da importância de se fortalecer na fé em Cristo e na proclamação do evangelho devido à proximidade deste tempo.

 

Comentários adicionais

Item da lição: “Os ultimatos na entrada triunfal”
1. Identidade Messiânica:
“As esperanças messiânicas do povo agora estavam infladas com expectativa de realização imediata. Há um ano, na Galiléia, Ele tinha frustrado os seus planos de um movimento revolucionário, ‘arrebatá-lo’, para fazerem rei’ (Jo 6.15). A expressão ‘o rei que vem’ como ‘o profeta que vem’ (Jo 6.14; Dt 18.15) expressava a esperança pelo Messias, há tempo esperado. Eles cantam salmos de Hallel, na sua alegria; pois Jesus, por fim, está fazendo uma proclamação pública da sua identidade como o Messias prometido.” (ROBERTSON, A. T. Comentário Lucas: à Luz do Novo Testamento Grego. Tradução: Luís Aron de Macedo. Rio de Janeiro: CPAD, pp.273-274, p.328).
Item da lição: “Os ultimatos aos acusadores”
 
2. Inveja de Cristo:
“Eles argüíram a Jesus: ‘dize-nos: com que autoridade fazes estas coisas? Ou quem te deu esta autoridade’. O espírito que impulsionou a pergunta é bastante claro e não pode ser mal entendido. Esses homens odiavam e invejavam a Cristo. Perceberam que seu poder estava desvanecendo e a influência de Cristo, aumentando. Resolveram que, se possível, impediriam o progresso desse novo mestre e assaltariam sua autoridade.” (Ryle, J. C. Meditações no Evangelho de Lucas. São Paulo: Fiel, 2002, pp.314-315).
 
3. Investigadores de Cristo:
“O que evitava a prisão [Jesus] era o medo que elas tinham do povo. Prender Jesus diante do entusiasmo popular era um serviço por demais arriscado. Dessarte, mudaram de tática e enviaram emissários (espias), pessoas que não seriam conhecidas como inimigas, mas procurariam provocar Jesus a fazer alguma declaração que O deixaria em má situação diante dos romanos.” (MORRIS, Leon L. O Evangelho de Lucas. Tradução de Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1983, p.270).
 
4. Repreensões de Cristo:
“Jesus passa a fazer uma advertência contra os escribas. Vestes talares eram um sinal de distinção, e marcavam os que usavam como cavalheiros de lazer, pois qualquer pessoa que trabalhava para seu sustento não poderia ser embaraçada com tais roupas. As saudações públicas, bons lugares nas sinagogas, e banquetes eram marcas ostensivas de eminência que os escribas cobiçavam com afã. Mas embora gostassem de brilhar assim diante dos homens, não tomavam cuidado de como apareciam diante de Deus.” (Ibidem, pp.275-276).
 
Item da lição: “Os ultimatos no sermão profético”
5. Esboço do Sermão profético:
“Jesus descreve a configuração que sucederá sua partida, para o mundo geral e especialmente para os crentes (Lc 21.8-19). O Senhor menciona a destruição de Jerusalém e suas consequências (Lc 21.20-24). Por fim são descritos os indícios da volta de Jesus e a volta em si (Lc 21.25-27). A única diferença entre o fluxo do discurso em Lucas e dos dois primeiros sinóticos é que no final da segunda parte são intercalados alguns versículos (cf. Mt 24.22-28; Mc 13.20-23). O versículo final em Lucas (Lc 21.24) corresponde a essa intercalação em Mateus e Marcos.” (Rienecker, Fritz. Evangelho de Lucas: comentário Esperança. Tradução: Werner Fuchs. Curitiba: Esperança, 2005, p.416).

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