Dicas da lição 12 – “Exercício da solitude”

Dicas da lição 12 – “Exercício da solitude”

Exercício da solitude

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Dicas

  • Versículos distribuídos: O tópico 1 explica o que é solitude (p.87), ele traz 5 casos em que Jesus praticou este exercício, distribua entre a classe os respectivos textos, peça que meditem em silêncio (3 min.) e em seguida expliquem o texto e apliquem em suas vidas. Use a metodologia de leitura da Bíblia do estudo 2. Mostre que esta forma de leitura se aplica ao exercício desta semana como explica o item 2 (p.88).
  • Chuva de ideias: Escreva num quando branco, flip chart ou anotando no celular para depois enviar via WhatsApp, as ideias sobre lugares tanto no bairro como na cidade onde, além de suas casas, poderiam praticar a solitude. A ideia é que reunindo várias possiblidades, sua classe possa definitivamente colocar este exercício como uma prática na agenda devocional.
  • Vídeo: Mostre para seus alunos o vídeo “A Solitude com Deus e a Oração” do pr. Ricardo Agreste, onde ele fala sobre a importância de estar a sós com Deus. O vídeo deve ser veiculado apenas até 3min32s, pois seu áudio só vai até aí. É um vídeo incentivador a prática desta disciplina. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=mT0Hq-b1SmE&t=52s.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

  1. A dificuldade para a solitude:
    “No que se refere à busca pela solitude, vivemos em uma atmosfera negativa, tão invisível, tão permanente e tão enervante quanto a densa umidade em uma tarde de verão. O mundo de hoje não compreende a necessidade presente no homem ou na mulher de estar só.” (Manning, Brennan. Convite à solitude. Tradução de Fabiano Medeiros. São Paulo: Mundo Cristão, 2010, p.12).
  2. O benefício de se estar a sós:
    “Na realidade, momentos assim estão entre os mais importantes da vida – quando se está só. Certos mananciais são acessados somente quando estamos a sós. O artista sabe que precisa estar só para criar; o escritor, para desenvolver seus pensamentos; o músico, para compor; o santo, para orar.” (Ibidem, p.12).
  3. Espaços de silêncio:
    “Um lugar tranquilo não é necessariamente um espaço geográfico, uma ilha deserta ou uma pequena cabana no alto de uma montanha. É apenas um lugar onde nos encontramos com Cristo. Podemos transformar lugares hostis e barulhentos em pequenos momentos de oração e ações de graça. Um assento de ônibus, uma parada no trânsito, um intervalo entre reuniões, uma pausa no meio dia.” (Barbosa, Ricardo. Janelas para vida: resgatando a espiritualidade do cotidiano. 2 ed. Curitiba: Encontro, pp.66-67).
  4. Geografias de solitude:
    “(…) precisamos também dos lugares geográficos. Precisamos dos jardins de oração ou desertos de solitude. O mapa biográfico dos santos está repleto de lugares e altares onde se dão seus encontros com Deus; são os lugares seguros e tranquilos onde paramos para orar, ouvir, ser tocados e ter nosso coração e visão abertos para o mundo de Deus, um mundo que não é dominado pelos gigantes, mas pelo Deus eterno.” (Ibidem, pp.67, 69).