Dicas da Lição 3 – À igreja, com carinho

Dicas da Lição 3 – À igreja, com carinho

À IGREJA, COM CARINHO

Devoção: Professor lembre-se de dedicar uma parte do tempo para investir em sua vida devocional. É imprescindível que você ore a Deus, leia e estude a Bíblia Sagrada e interceda por seus alunos. Não se esqueça de pedir ao Espírito Santo para transformar a vida de cada um de sua classe também nos momentos em que a lição estiver sendo ministrada.

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Comentários adicionais: Os comentários adicionais são um auxílio a mais no preparo de sua aula. Nesta lição 2, temos os seguintes comentários: “Esboço das cartas”; “Anjos=mensageiros”; “Jesus, o princípio da criação”; e “Conhecimento absoluto”. Veja os comentários:

  1. Esboço das cartas: “As cartas têm uma estrutura básica. Cada uma começa por apresentar o Autor da correspondência: Jesus Cristo, o Cordeiro, digno de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor para todo o sempre (Ap 5.12). O texto de cada carta vem da boca de Jesus, apresentado sob diferentes títulos. Cada título tem uma razão para a sua adoção, como o demonstram a leitura e a interpretação das cartas. Esse título resume, mesmo que cifradamente, a advertência que a carta contém. A seguir, as igrejas são descritas em suas características essenciais. Os detalhes são riquíssimos e se relacionam às experiências históricas das cidades e das comunidades.” (AZEVEDO, Israel Belo de. Tem mensagem para você: uma abordagem ao livro de Apocalipse. São Paulo: Hagnos, 2011, p.16).
  2. Anjos=mensageiros: “João batista enviou mensageiros a Jesus; lá em Lucas 7.24 a palavra anjos para mensageiros. Jesus enviou mensageiros a Samaria a fim de que lhe preparassem uma pousada; lá em Lucas 9.52 a palavra anjos para esses outros mensageiros. Em Mateus 11.10, o próprio Jesus usou a palavra anjo para se referir a João Batista quando disse: ‘Eis aí o envio diante de tua face o meu mensageiro.’ Portanto não existe barreira real alguma a impedir que se entenda, nesta passagem [Ap 1:20] o Senhor chamando seus líderes humanos à responsabilidade.” (MIRANDA, Neemias Carvalho. Apocalipse: comentário versículo por versículo. Curitiba: A. D. Santos, 2013, p.34).
  3. Jesus, o princípio da criação: “Podemos traduzir esta frase de duas maneiras: o ‘começo’ da criação, ou a ‘origem’ da criação. Quase com certeza esta última possibilidade é a mais certa, porque para João não há dúvida de que Cristo é eterno. Ele é o primeiro e o último, o Alfa e o Ômega ([Ap] 1:17s; 2:8; 21:6; 22:13); ele transcende toda a criação. Na carta de Paulo aos Colossenses a mesma ideia aparece também: Cristo é o primogênito de toda a criação (Cl 1:15).” (LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1980, p.51).
  4. Conhecimento absoluto: “Todas as cinco cartas dirigidas às igrejas que têm pontos fortes começam essa seção com (…) oida ta erga sou, Conheço tuas obras; cf. 2.2,19; 3.1,8,15). Mounce (…) observa que nesse contexto oida não pode ser compreendido como mero conhecimento humano de fatos, e Horstmann (…) diz que, em João, o termo significa conhecimento intuitivo, ou incontestável, sempre que o sujeito é Jesus. Isso deve se aplicar também a Apocalipse, em que o verbo ocorre sete vezes nas cartas dos capítulos 2 e 3 (2.9.13, em acréscimo às cinco igrejas mencionadas antes), sempre com a ideia de conhecimento absoluto. (OSBORNE, Grant R. Apocalipse: comentário exegético. Tradução: Robinson Malkomes e Tiago Abdalla T. Neto. São Paulo: Vida Nova, pp.123-124).

Dinâmica para introdução: Traga um manual de instruções de qualquer tipo: manual de carro, manual de eletrodoméstico, bula de remédio, etc. Destaque as orientações mais importantes e pergunte aos alunos quais são as utilidades de ser ter essas orientações. Diante dessa abordagem, mencione quão importantes são as cartas de Cristo às sete igrejas da Ásia Menor. Lembre os alunos de que elas simbolizam a totalidade das igrejas em todos os tempos e, consequentemente, tem a ver com nossas igrejas locais.

Observação: Ao iniciar a primeira parte, “O TEXTO BÍBLICO EXPLICADO”, não deixe de observar que as sete igrejas NÃO representam sete eras da igreja cristã, como alguns pensam erroneamente.

Dinâmica para o desenvolvimento das perguntas: O próprio professor deve responder a primeira pergunta da lição e então, para dar continuidade, a classe se dividirá em sete grupos, cada grupo estará responsável por uma igreja (Éfeso, Ermirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia). Os grupos podem ser maiores ou menores, conforme a quantidade de participantes da Escola Bíblica, podendo, inclusive, distribuir duas igrejas para cada grupo, se o professor preferir. Todos os grupos terão 7 minutos para analisar suas igrejas respectivas. Seguem alguns exemplos:

  • Quem ficar responsável por falar sobre a igreja de Éfeso, deve analisar o item 1 (“Cristo e as igrejas”) e dizer qual aspecto da pessoa de Cristo é revelado nessa igreja; analisar o item 2 (“Elogios às igrejas”), e dizer qual o elogio que a igreja recebe; o item 3 (“Repreensões às igrejas”), dizendo qual a repreensão que a igreja de Éfeso recebeu. Nesse caso, nos três itens a igreja de Éfeso é mencionada.
  • Quem ficar responsável pela igreja de Laodicéia, deve analisar o item 1 (“Cristo e as igrejas”), dizendo qual aspecto da pessoa de Cristo é revelado nessa igreja e o item 3  (“Repreensões às igrejas”), dizendo qual a repreensão que a igreja de Laodicéia recebeu. Neste caso, o item 2 está descartado, pois a igreja de Laodicéia não recebeu nenhum elogio.
  • No caso que quem ficar responsável pela igreja de Ermirna, deve analisar o item 1 (“Cristo e as igrejas”), dizendo qual aspecto da pessoa de Cristo é revelado nessa igreja e o item 2 (“Elogios às igrejas”), e dizer qual o elogio que a igreja recebe. Neste caso, o item 3 está descartado, pois a igreja de Ermirna não recebeu nenhuma repreensão.

Cada grupo apresentará todas as suas conclusões. Ao término das apresentações, as perguntas 2, 3 e 4 já terão sido respondidas automaticamente.

Sobre Ap 3:14, no item 1, referente à igreja de Laodicéia, caso deseje enfatizar, cite também a explicação do livro da FATAP “Teologia Sistemática: A doutrina de Cristo e do Espírito Santo”, na página 19. Segue uma parte do texto na íntegra:

“Muitos se apegam à expressão princípio da criação de Deus para também defender que Jesus teve um começo ou um princípio; esse, porém, não é o ensino do texto em questão. Segundo os autores do livro Resposta às Seitas – um manual popular sobre interpretações equivocadas das seitas, o termo grego arché, traduzido como “princípio”, nesse versículo, traz o sentido de “aquele que começa”, “origem”, “fonte” ou “causa fundamental”. Esse versículo, então, enfatiza apenas que Jesus é o arquiteto da criação (Hb 1:2)”.

Vídeo: Na segunda parte da lição, o TEXTO BÍBLICO APLICADO, ao trazer a discussão as duas perguntas aplicativas, apresente o vídeo que se encontra no link: https://www.youtube.com/watch?v=8rEjfXdJbx8. Individualmente e como igreja, temos ouvido a repreensão do Senhor?

Dinâmica para conclusão: Em um segundo momento, distribua entre os irmãos tiras de papel com as promessas que foram feitas às sete igrejas e que estão descritas no item 2 da parte aplicativa, “Levemos a sério as promessas de Jesus a sua igreja”. Se possível, dê a cada irmão a promessa correspondente à igreja que foi estudada por ele com seu grupo. Que levemos a sério cada uma dessas promessas.

1 Comment

  1. Portal IAP disse:

    Olá, Ana, por favor, escreva para pastoralanrocha@hotmail.com

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