Dicas da Lição 5 – “Remédios para o desânimo”

Dicas da Lição 5 – “Remédios para o desânimo”

Remédios para o desânimo

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Dicas

  • Dinâmica: Para os itens 1 a 3, faça a seguinte dinâmica: Leve um vaso de cerâmica ou outro material para classe, mostrando aos alunos que é com este objeto que somos comparados na Palavra. Antes da aula, coloque um papel escrito “evangelho” dobrado dentro do mesmo. Passe de mão em mão, pedindo que cada aluno/aluna não leia o que está escrito em voz alta, mas peça, que ao lerem se perguntam: “Você está animando? O que tem feito com este conteúdo?”. Depois, peça que os que desejarem compartilhe algumas reflexões.
  • Vídeo: No vídeo “Por que o cristão sofre?” o estudioso explica como o sofrimento está entrelaçado a vida cristã. Este vídeo é aplicável nos itens 4 e 5, para falar que é animador servir ao Senhor apesar das lutas. Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=W9epA6gZKH0

 

Comentários Adicionais

  1. Cansaço espiritual:
    “O verbo desanimar não tem que ver com fadiga física, mas com cansaço espiritual. Esse verbo grego aparece no Novo Testamento com uma partícula negativa para enfatizar conduta positiva (ver v.16 [2Co 4.16]; Gl 6.9; Ef 3.13; 2Ts 3.13). A despeito das aflições e dos sofrimentos que Paulo teve de enfrentar como apóstolo de Jesus Cristo, ele não está desanimado.” (KISTEMAKER, Simon. 2 Coríntios. Tradução: Helen Hope Gordon da Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p.192).
  2. Feito de barro:
    “(…) [Ostrakinos/barro] feito de barro, cerâmica. A cerâmica coríntia era famosa no mundo antigo (…) e Paulo pode ter se referido às pequenas lâmpadas de barro que eram baratas e frágeis, ou, então, a vasos ou urnas de cerâmica. A ideia é de que o tesouro valioso é contido em recipientes frágeis e sem valor.” (RIENECKER, Fritz. Chave linguística do Novo Testamento grego. Tradução de Gordon Chown e Júlio Paulo T. Zabatiero. São Paulo: Vida Nova, 1995, p.343).
  3. Fugitivo de Deus:
    “‘Somos perseguidos, mas não abandonados’. Paulo se descreve como um fugitivo caçado por seus adversários, contudo na última hora capaz de escapar. À parte da obra missionária e sua viagem a Roma, registrada por Lucas em Atos, pouco sabemos sobre os frequentes sofrimentos que o apóstolo suportou. Mas o apóstolo não fica desanimado, pois sabe que o Senhor nunca abandona quem é dele.” (KISTEMAKER, Simon. 2 Coríntios. Tradução: Helen Hope Gordon da Silva. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p.210).
  4. Lutador de Deus:
    “‘Somos abatidos, mas não destruídos’. O sentido do primeiro verbo, um termo técnico, é claro; assim como o lutador joga ao chão o adversário, assim Paulo é levantado e derrubado ao chão. Novamente é impressionante a confiança, pois Paulo declara que ele não está morrendo.” (Idem).
  5. Corpo terreno e corpo celestial:
    “Paulo se distancia, aqui, da filosofia platônica que considerava o corpo apenas um claustro da alma. Ele reprova a filosofia grega que considerava o corpo coisa indigna e apenas um peso morto para a alma. Paulo confronta as ideias gnósticas que ensinavam que a matéria é essencialmente má e, por isso, abominavam a simples ideia da ressurreição. Para Paulo, a morte não é a libertação da prisão do corpo, mas uma mudança de um corpo de fraqueza para um corpo de poder; de um corpo temporário para um corpo permanente; de um corpo terreno, para um corpo celestial; de um corpo mortal para um corpo imortal; de um corpo corruptível para um corpo incorruptível.” (LOPES, Hernandes Dias. 2Coríntios: o triunfo de um homem de Deus diante das dificuldades. São Paulo: Hagnos, 2008, pp.117-118).