Dicas da lição 6 – “Quem é a serpente?”

Dicas da lição 6 – “Quem é a serpente?”

A composição humana

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Dicas

  • Antes do item 2. A estratégia do inimigo, apliquem dinâmica abaixo:
    “Como está de resistência?!”
    – Material:
    Uma sacola de papel
    Uma caixa reforçada de papel (tipo caixa de leite ou suco)
    Uma jarra cheia d’água
    Uma vasilha para evitar encharcar tudo

    – Como fazer:
    Ponha numa mesa, diante da classe, os materiais de que vai precisar: a sacola de papel, a caixa de papel, a jarra d’água e a vasilha para quando você for encher a sacola, utilizar embaixo para evitar molhar a mesa.

    Apresente a classe a sacola de papel, fale de que é feita e sobre seu grau de resistência, faça a mesma coisa com a caixa de leite, diga que tanto a sacola quanto a caixa são do mesmo material, ou seja, papel, mas o grau de revestimento e resistência de cada uma delas é diferente.

    Peça um voluntário para segurar a sacola de papel enquanto você pega a jarra com água e enche a sacola d’água, à medida que for enchendo d’água interaja com eles, indagando até que ponto aquela sacola suportará a pressão … (use a vasilha embaixo da sacola enquanto enche de água, assim, se romper, não molha a mesa e tudo ao redor…)

    Após encher um pouco a sacola de papel pergunte até quando ela vai suportar, ressalte que a sacola está toda encharcada e visivelmente fragilizada a ponto de romper de vez a qualquer momento…
    Depois, faça o mesmo procedimento com a caixa de leite/suco e compare a reação de ambas em relação à água, são do mesmo material, mas com resistências diferentes! Por quê?! Dê oportunidade para eles falarem.

    Depois leia 1 Pedro 5:8-9: Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.
    Explique, aplique e discuta com eles a importância do cristão resistir as tentações do adversário e que para isso, é preciso se esforçar para se proteger, para melhor ter forças e com a graça do Senhor, vencer a estratégia do inimigo, como será explanado na sequencia do estudo.

    Enquanto a caixa aguenta e resiste, a sacola só encharca, absorvendo tudo de imediato sem nenhuma resistência, pergunte: Você é igual a sacola ou a caixa? Você resiste ou cede logo? (não precisam responder, é só pra refletir).

    Argumento que resistindo à tentação na primeira vez que surgir, será mais fácil resistir da próxima vez, se continuar resistindo, vai ficando cada vez mais fácil resistir tendo sempre a submissão a Palavra de Deus como base (Tg 4:7-8). Mas o oposto também acontece, se cedermos da primeira vez à tentação, fica mais difícil resistir da próxima vez que formos cercados por ela, se continuar caindo será fácil cair novamente, pois pode tornar-se um hábito e levar até mesmo a um vício.

  • Vídeo: Antes do item 3. O legado do inimigo, reproduza o vídeo “Advogado do Diabo” com um trecho do filme disponível no link: https://youtu.be/Y01cpwDFfDg
    Discorra sobre como o diabo é ardiloso em sua fala, assim como foi com Adão e Eva, denegrindo a Palavra do Criador, faz ainda hoje para confundir as pessoas, por isso, é necessário mantermos a fé em Deus sempre alertas.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.
    Para concluir a aula, após o desafio da semana, sugira uma oração de confissão com a classe, para que sejam fortalecidos a resistirem às tentações do inimigo, conforme orienta Tiago 4:7-10 – Leia o texto se for oportuno.

 

 

Comentários Adicionais

    1. Antiga Serpente:
      “Este nome nos lembra da primeira aparição de Satanás na história. Ele espreitava Eva no paraíso e convenceu o primeiro casal a pecar. ‘Antiga’ sugere que está no mundo há muito tempo e, também, que é bem conhecido. Paulo afirma que ‘a serpente enganou Eva com a sua astúcia’ (2 Co 11.3; Gn 3.4-13), destacando a inteligência utilizada com a intenção de seduzir. A serpente se esconde, não mostra o veneno inoculado por suas presas. Uma característica de Satanás é que ele não anuncia o destino do caminho que recomenda nem revela as consequências das prazeirosas atividades que promove.” (SHEDD, Russell. O mundo, a carne e o diabo. São Paulo: Vida Nova, 1995, pp.87-88).
    2. Diabo:
      “Este nome é formado de uma transliteração do grego diabolos e significa ‘acusador’, ‘difamador’, ‘madizente’. Nada menos de 35 vezes na Bíblia, este título descritivo salienta um caráter dominado pelo ódio e desprezo. Aparentemente, nada satisfaz mais o diabo do que a oportunidade de envergonhar o Pai celestial, por meio de acusações levantadas contra os filhos. Semelhantemente, ele se sente realizado sempre que consegue reproduzir o seu caráter num cristão que difama seu irmão ou igreja.” (Ibidem, pp.87-88).
    3. Autoexaltação:
      “Satanás passou seu próprio pecado à humanidade no fato de a autoexaltação ser a quinta-essência do pecado. Ela assume várias formas, desde a necessidade de ter o ego ‘massageado’ à cobiça por coisas que pertencem aos outros. O homem demonstra sua afinidade com Satanás quando sente necessidade de ser o centro da atenção.” (STURZ, Richard J. Teologia sistemática. Tradução: Lucy Yamaki. São Paulo: Vida Nova, 2012, p.241).
    4. Arrogância derrubada:
      “(…) depois de declarar que ele [Satanás] se faria ‘como o Altíssimo’ ([Is 14] v.14), diz-se que o rei caiu dos céus (v.12,15). Embora seja provável que Isaías não tivesse em mente um ser angelical, suas palavras parecem ir muito mais além dos sonhos de qualquer governante humano. Embora o Antigo Testamento como um todo trate muito pouco da atividade satânica e demoníaca, passagens inteiras parecem retratar o orgulho rebelde como a causa da queda de Satanás.” (Ibidem, p.351).
    5. Por que Satanás entrou no mundo?:
      “(…) podemos dizer que quando Satanás entrou no mundo santo criado de Deus, ele o fez por designação divina, porque ele está debaixo da autoridade divina. Satanás não atua a não ser dentro dos limites estabelecidos por Deus porque Deus tem domínio e autoridade sobre todas as potestades, dominações e reinos no mundo espiritual e do mundo físico.” (CAMPOS, Heber de. O habitat humano: o paraíso perdido. São Paulo: Hagnos, 2012, pp. 22-23).