Dicas da lição 7 – “Exercício do desabafo”

Dicas da lição 7 – “Exercício do desabafo”

Exercício do desabafo

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Dicas

  • Dinâmica: Distribua um papel para cada aluno. Em seguida peça a eles que escrevam algo que tem angustiado, preocupado e trazido ansiedade ao seu coração. Garanta a eles que ninguém verá o que eles escreveram. Em seguida peça para que eles dobrem o papel (como se fosse uma carta) e coloquem no verso o destinatário: Deus. A ideia é mostrar que o desabafo é exatamente isto: Dirigir a Deus tudo aquilo que lhe causa ansiedade e preocupação.
  • Dinâmica 2: Pegue uma caixa e objetos razoavelmente pesados. Passe a caixa vazia e diga aos alunos que ela simboliza o coração humano. Distribua os objetos para cada aluno e peça para que a caixa passe de mão em mão. A medida que a caixa chegar ao aluno este deverá colocar o objeto na caixa dizendo algo que normalmente traz preocupação ao coração (desemprego, doença, decepção etc.). Ao passar a caixa para os alunos esta ficará mais cheia de objetos e consequentemente mais pesada. A ideia é mostrar que é assim que o coração fica quando vamos acumulando esses pesos dentro de nós mesmos: ficamos sobrecarregados. Explique, então, que é preciso tirar esses objetos ou pesos do coração para que ele fique leve novamente. Mostre que o desabafo é isto.
  • Vídeo: Um vídeo em que Augusto Cury fala sobre a ansiedade como o mal do século. Ele não fala da oração, daí a importância de ressaltar o exercício de desabafo para a ansiedade. Gerir a mente, como sugere o autor, pode ser feito por meio da oração e do desabafo: https://www.youtube.com/watch?v=tVryM26EEeU
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

  1. Falta de desabafo faz mal a alma:
    “O EXCESSO DE ANSIEDADE, provocado pelo acúmulo de problemas, dificuldades, decepções , frustrações e sofrimento cria uma situação insuportável. Os casos mais graves podem dar ocasião ao álcool, às drogas e até o suicídio. Costumam também produzir distúrbios emocionais e doenças mentais. A falta de desabafo faz mal à alma e ao corpo.” (César, Elben. Práticas devocionais; exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual. 4. ed. Viçosa: Ultimato, 2005, p.35).
  2. “Se eu quiser falar com Deus… tenho que desabafar”:
    “‘Seu eu quiser falar com Deus, tenho que fi car a sós, tenho que apagar a luz, tenho que calar a voz’, registrou o cantor Gilberto Gil em uma música que se tornou conhecida e cantada por muitos. Na Bíblia, lemos exatamente o contrário, como fez Davi: ‘Derramo diante dele [do Senhor] o meu lamento; a ele apresento a minha angústia’ (Sl 142.2). Podemos – e devemos – nos aproximar de Deus sem reservas, sem cerimônias, sem medo de sermos incompreendidos, pois ‘Deus não se ofende quando ouve absurdos nem pune o sobrecarregado quando ele se expõe’”. (Mendes, Lilian. Pode falar sem reservas. Revista O Clarim: Ed. 64. São Paulo: FESOFAP, 2015, p.3).
  3. Ansiedade e desabafo:
    “A palavra grega traduzida por ansiosos, em Filipenses 4:6, significa ‘atraídos para direções diferentes’. nossas esperanças nos puxam para um lado, nossos medos para o outro, e a tensão torna-se insuportável. O sentido da palavra ansiedade é associado a angústia, que pode significar ‘estreiteza, aperto’.” (Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento. Vol. 2. Tradução: Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica editora, 2006, p.123).
  4. Desabafo é “derramar-se diante de Deus”:
    “Davi não apenas clama a Deus clama ao Senhor em voz alta, mas também suplica fervorosamente com seu coração. Era um jovem piedoso, que servia ao Senhor e a seu rei, no entanto, se encontrava numa caverna [contexto do Salmo 142], se escondendo feito um criminoso. Naquele momento, porém, sua situação era desesperadora. Seus sentimentos estavam tão reprimidos dentro dele que Davi precisou ‘derramá-los’ perante o Senhor (43:4; 62:8; sobrescrito de 102).” (Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento: volume III, poéticos. Tradução de Susana Klassen. São Paulo: Geográfica editora, 2006, p. 348).
  5. Quando desabafar vira murmuração:
    “O desabafo deixa de ser desabafo quando não se fala mais com Deus, mas contra Deus. Aí entra a murmuração, que é pecado e pecado grave (1 Co 10.10). A murmuração é própria para falar mal de Deus: ‘Ele não é o que diz ser, não faz o que promete, não ama como diz que ama’. Só serve para agravar o problema.” (CÉSAR, Elben. Práticas devocionais; exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual. 4. ed. Viçosa: Ultimato, 2005, p.43).