Dicas da Lição 7 – “Os discípulos do Filho do Homem”

Dicas da Lição 7 – “Os discípulos do Filho do Homem”

Os discípulos do Filho do Homem

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Dicas

Dinâmica sobre o discípulo:

Para introdução (em 5 minutos no máximo):

  • Peça para que os alunos citem o nome dos doze discípulos (se tiver um quadro vá anotando conforme forem falados).
  • Depois peça para alguém ler os nomes em Lucas 6:12-16 para comparar com os nomes citados.
  • Então projete os nomes dos doze discípulos previamente digitados.
  • E por fim, fale aos alunos que Deus chamou os doze e os enviou (conforme estudarão no item 1), chamou mais 70 discípulos e os enviou (conforme estudarão no item 6) e tantos outros como também chamou a todos nós (cite o nome dos alunos presentes) para serem discípulos de Cristo, “pois todo cristão verdadeiro é um discípulo de Jesus” e um missionário – enviado por ele (cf. João 20:21).

Vídeo:

Após a exposição dos seis itens na primeira parte da lição (Estudando o Evangelho) reproduza o vídeo “Integridade no Ambiente de Trabalho” (Um trecho do filme “Corajosos”) disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=VQ8iz7OshA4; a seguir faça uma aplicação comparando-o com os itens apresentados anteriormente. Ressalte a importância da integridade dos discípulos de Cristo em todos os lugares e situações e a certeza da provisão contínua de Deus.

Comentários Adicionais

Item da lição: “A missão dos doze discípulos”

  1. Poder sobre demônios e doenças:
    “(…) nesta ocasião solene, Jesus os conclamou todos juntos. Os demais Sinotistas [Mateus e Marcos] dizem que Jesus deu autoridade aos apóstolos, mas Lucas reforça isto com a referência também ao poder e com a informação que era sobre todos os demônios (…). juntamente com este poder vem o de curar os enfermos. Foram, portanto, equipados com poder adequado, e com a autoridade para exercer tal poder.” (MORRIS, Leon L. O Evangelho de Lucas. Tradução de Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1983, p.154).
  2. A missão dos Doze:
    “Esses homens haviam de ser embaixadores de Cristo ou ‘apóstolos’, homens investidos com autoridade para representarem aquele que os enviara. O fato de que exatamente doze homens, nem mais nem menos, receberam essa designação deve significar que o Senhor os designara para serem o núcleo do novo Israel, porque o Israel da antiga dispensação fora representado por doze patriarcas. Apocalipse 21.12, 14.” (Hendrinksen, Willian. Comentário do Novo Testamento: Lucas. São Paulo: Cultura Cristã, 2003, vol. 1, p.629).

    Item da lição: “As advertências aos discípulos”

  3. A cruz que devemos carregar:
    “Tomar a cruz sobre si refere-se ao fardo que devemos nos dispor a carregar. A cruz é a mais infame pena de morte que jamais existiu. Jesus compro- mete os seus com a morte. Ao mostra-lhes o desfecho que esperava por ele em Jerusalém (…)” (Rienecker, Fritz. Evangelho de Lucas: comentário Esperança. Tradução: Werner Fuchs. Curitiba: Esperança, 2005, p.215).
  4. A cruz no dia-a-dia:
    “A crucificação do ‘eu’ acontece paulatinamente, de acordo, com a medida determinada por Deus para cada um e para cada etapa da vida. É o que dizem as palavras ‘dia a dia’ e ‘sua cruz’. A razão de Lucas inserir a expressão ‘dia a dia’ só pode ter sido que ele entedia esta exigência como uma ação constantemente repetida no discipulado de Jesus.” (Idem).

    Item da lição: “As exigências para ser discípulo”

  5. Olhar sempre pra frente:
    “Os que contemplam o glorioso serviço de Cristo, mas olham para trás, para o sossego em casa com a família, não são aptos para o reino de Deus. Foi em 1860 que Garibaldi, grande herói italiano, embarcou em Gênova, com seu exército, para libertar a Sicília. Logo depois desembarcar em Marsala, o inimigo conseguiu destruir todos os seus navios. Garibaldi, exultando, clamou aos seus soldados: ‘Avancemos! Ou a vitória ou a morte!’ O exército não podia mais olhar para trás, e o herói voltou da campanha completamente vitorioso. Cristo nos chama a queimar todas as pontes atrás de nós para não podermos voltar atrás.” (Boyer, Orlando S. Espada cortante 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.96).
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