Dicas da lição 8 – “Exercício do regozijo”

Dicas da lição 8 – “Exercício do regozijo”

Exercício do regozijo

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Dicas

  • 1: Estabeleça a diferença entre a Alegria comum e a Alegria que só encontramos em Deus. O professor pode exemplificar em um quadro e pedir auxílio dos alunos para encontrar essas diferenças.
  • 2: Coloque vários momentos de nossas vidas que naturalmente nos alegramos: aniversários, conquistas, formaturas, casamentos, nascimentos e etc. Ressalte que nenhum desses momentos é eterno e que os momentos ruins também chegam. Em seguida, coloque situações e problemas pelos quais passamos e peça para que eles escrevam num papel pontos positivos mesmo em meio à dificuldades.
    Ex: Motivos para se alegrar em meio:
    – à uma crise financeira;
    – em meio à uma enfermidade;
    – em meio à uma crise familiar.
  • 3. Vídeo: Para introduzir o tópico 3, exiba o vídeo do link: https://youtu.be/jjS0WXy4FdU
  • 4. Dinâmica: Divida a classe em dois grupos e dê o tempo de 5 minutos para eles encontrarem o maior número de versículos da Bíblia (não pode versão eletrônica) e músicas com as palavras Alegria, Júbilo e Regozijo. Em seguida, conclua ressaltando a importância da Leitura e meditação na Bíblia para encontrarmos a Alegria que vem de Deus, fazendo um propósito de buscar na oração e comunhão com Deus e com os irmãos exercitar essa prática espiritual.
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

  1. Conceito:
    “A prática da alegria é a arte de oferecer resistência à tristeza por meio do contentamento proporcionado pela presença de Deus na vida daquele que o busca e da descoberta e exploração das muitas e variadas minas de alegria que estão à margem do caminho em direção à vida eterna.” (CÉSAR, Elben. Práticas devocionais; exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual. 4. ed. Viçosa: Ultimato, 2005, p.145).
  2. Jesus, nossa alegria:
    “A promessa é clara: Jesus nos dá sua alegria. Jesus é de fato a alegria dos homens. Quando seu nascimento foi anunciado, sua vinda foi descrita como uma notícia portadora de alegria. Quando foi batizado, o Pai externou alegria. Deus, portanto, está interessa do na nossa alegria. É por isso que compartilha conosco sua alegria.” (Azevedo, Israel. Academia da alma. São Paulo: Vox Litteris, 2013, pp.79-80).
  3. Triste alegria:
    “A ideia de alegria que predomina no nosso tempo, feita de ação e de diversão, pode acabar nos roubando a alegria, pois são insuficientes e até mesmo falsas. Embora possa haver muito riso e felicidade numa festa, no coração de quem ri pode haver também muita tristeza. Essa visão de alegria nos rouba a alegria completa em Jesus, que independe do sucesso material, sexual, profissional. Depende, sim, de permanecermos em Jesus.” (Ibidem, pp.82-83).
  4. A alegria leva ao louvor:
    “A alegria propicia o louvor: ‘Está alguém alegre? Cante louvores’ (Tg 5.13). À alegria se conjuga o louvor, ao louvor se conjuga a música e à música se conjuga a expressão corporal. Momentos de intensa alegria foram descarregados na música e na dança, como no exemplo de Miriã, logo depois da travessia do mar Vermelho (Êx 15.20-21). Os motivos de alegria do cristão são diametralmente opostos aos motivos seculares; estes, na verdade, produzem mais sensação do que condição de bem-estar. A alegria dos secularizados depende do ter, e não do ser; de receber, e não de dar; de galgar posições, e não de servir; de proteger-se, e não de arriscar-se pelo Senhor.” (Estudos bíblicos Ultimato: A Prática da Alegria. Disponível em: http://ultimato.com.br/sites/estudos-biblicos/assunto/vida-crista/pratica-da-alegria/. Acesso: 06 de junho de 2017).
  5. Alegria em Filipenses:
    “O que ele [Paulo] espera é que os cristãos enfrentem a vida, o seu campo de batalha diário, não com murmurações, reclamações, ou uma atitude negativa diante dos problemas, como se Deus estivesse de braços cruzados, ou tivesse prazer nos sofrimentos deles, mas com atitude de alegria, sabendo que o Senhor é soberano em todas as coisas.” (Amora, Sandro. Filipenses: desenvolvendo a mentalidade cristã. Goiânia: Editora Cruz, 2017, pp.119-120).