Dicas da lição 9 – “O legalismo e o evangelho”

O legalismo e o evangelho

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Dicas

Divisão em grupos: Divida a classe em dois grupos. O primeiro grupo ficará responsável para falar sobre os prejuízos do legalismo à fé cristã, com base no item 1: O legalismo é a religião do mérito e da escravidão. O segundo grupo comentará sobre os benefícios do evangelho à fé cristã, com base no item 2: O evangelho é o caminho da fé e da liberdade. Dê um tempo de, aproximadamente, 5 minutos, para que os grupos discutam o assunto. Em seguida, conceda 5 minutos para cada grupo expressar seu comentário sobre os assuntos que lhes foram solicitados. Sugira aos grupos exemplos práticos sobre os temas.

Vídeo 1: Ao estudar a primeira aplicação: Entenda a gravidade do legalismo, mostre à classe o vídeo denominado “Legalismo”, em que o Rev. Hernandes Dias Lopes, explica sobre os perigos do legalismo. O objetivo é somente para reforçar o entendimento da ideia expressa na aplicação. O vídeo pode ser encontrado no link: https://www.youtube.com/watch?v=5wQ8r6jNVQE

Vídeo 2: Ao estudar a segunda aplicação: Entenda a sublimidade do evangelho, mostre à classe o vídeo denominado “Eu sou o pão da vida”, como reforço do conteúdo expresso na aplicação. Para acessar o vídeo, clique no link: https://www.youtube.com/watch?v=O0Tdp050eJc

Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. O legalismo já no Antigo Testamento
      “No profetismo do AT já se encontra forte crítica ao que pode ser caracterizado como um tipo de legalismo: as leis e ritos são cumpridos exteriormente e não é colocada a devida ênfase na mudança interior, da qual deveriam proceder as ações concretas. Deus não se agrada de sacrifícios cumpridos solenemente sem uma mudança de atitude que atinja todos os âmbitos da vida (Is 1:10-17)” (BORTOLLETO FILHO, Fernando (Org.). Dicionário brasileiro de Teologia. São Paulo: Aste, 2008, p.563).
    2. O evangelho oposto ao legalismo
      “Nos evangelhos, Jesus critica, na linha dos profetas, o cumprimento exterior da lei. A esse respeito, é significativo o Sermão do Monte (cf. Mt 5.17-48), no qual Jesus convida a exceder em muito a justiça dos escribas e fariseus (Mt 5.20). (…) O problema é que, nesta seita judaica (que não pode ser confundida com o judaísmo como um todo), o cumprir a lei havia se tornado exterior, desconectado da vida em sua totalidade e, neste sentido, hipócrita. Esse cumprir a lei exteriormente, sem uma mudança de postura mais abrangente, é uma das características centrais disso que hoje denominamos legalismo e que já vemos refutado por Jesus em seus embates com os fariseus”. (BORTOLLETO FILHO, Fernando (Org.). Dicionário brasileiro de Teologia. São Paulo: Aste, 2008, p. 564).
    3. Falência
      “Paulo usa três frases para descrever as perdas que o cristão sofre quando deixa a graça e se volta para a Lei: ‘Cristo de nada vos aproveita’ (Gl 5:2); ‘Está obrigado a guardar toda a lei’ (Gl 5:3); ‘De Cristo vos desligastes’ (Gl 5:4). Isso nos leva à triste conclusão de Gálatas 5:4: ‘da graça decaístes’. O legalismo não apenas tira do cristão a sua liberdade, como também o priva de suas riquezas espirituais em Cristo. O cristão vivendo sob a Lei torna-se um escravo falido”. (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo testamento: vol. 1. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.933).
    4. Decair da graça
      “Ter ‘decaído da graça’ não significa ter perdido a salvação, mas sim ‘ter saído da esfera da graça de Deus’. Não podemos misturar graça e Lei. Se decidimos viver dentro da esfera da Lei, não poderemos viver na esfera da graça. Os cristãos da Galácia haviam sido enfeitiçados pelos falsos mestres (…) e, desse modo, desobedeciam à verdade (…). Em decorrência disso, submeteram-se de novo ao jugo de escravidão e, por isso, encontravam-se em sua situação de ‘decaídos da graça’”. (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Novo testamento: vol. 1. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.934).
    5. O que o evangelho faz
      “Qualquer pessoa que insista em dizer que o evangelho nos encoraja a pecar simplesmente ainda não o entendeu nem começou a experimentar seu poder. (…). O evangelho o liberta para viver do jeito que quiser. Mas, se, pelo evangelho, você entende de verdade quem é Jesus e o que ele tem feito em seu favor, então se perguntará: Como posso viver para ele?”. (KELLER, Timothy. Gálatas para você. Tradução de Jurandy Bravo. São Paulo: Vida Nova, 2015, p.150).

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