Dicas da Lição 9 – “Os opositores do Filho do Homem”

Dicas da Lição 9 – “Os opositores do Filho do Homem”

Os opositores do Filho do Homem

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Dicas

  1. Depoimento:
    Para início da aula, verifique se na igreja local, há alguém que foi hostilizado devido sua fé (por familiares, amigos; na vizinhança, trabalho, escola, universidade e etc.). Pergunte: como foi lidar com isso, como permaneceu firme na fé, se ainda sofre alguma oposição. Essa pergunta pode ser feita a seus alunos. Se não houver casos assim, pergunte como enfrentariam tais oposições se ocorresse com eles.
  1. Vídeo:
    Para falar que sobre a crítica que Jesus sofria devido seu relacionamento com os “publicanos e outros pecadores” (Item 2), exiba em sala um vídeo sobre preconceito, ele irá falar sobre vários comportamentos assim. A ideia é mostrar que assim como há diversos preconceitos hoje, na época de Jesus, os fariseus e escribas, praticavam contra Ele. Aproveite a temática pra dizer que nenhuma opinião preconceituosa que possa existir em nós, deve impedir-nos de pregar a palavra a todos, além de ser abandonada. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=HYFr2zT2GrA
  1. Riquezas:
    No item 3, entre outros assuntos, na parte que fala sobre as riquezas, trate com seus alunos do perigo de se usar mau o dinheiro e de usá-la somente para si. Escreva num quadro, imprima num papel ou envie por WhatsApp, algumas perguntas, que o ajudam a usar seu dinheiro para fins proveitosos:
  • Só uso o dinheiro para mim?
  • Compro o que preciso, ou gasto naquilo que não é necessário?
  • Ajudo meus familiares?
  • Ajudo meus irmãos de fé?
  • Ajudo pedinte ou instituições beneficentes?
  • Planejo o que gasto?

(Obs.: Professor, você pode criar outras perguntas).

Reforce a seus alunos, que dinheiro é para ser servo e não patrão.

 

Comentários adicionais

Item da lição: “Os opositores de Jesus o observam”

1. Convite ou observação:
“Sentimo-nos inclinados a dizer: ‘Que fariseu amável era este, em convidar Jesus!’. O propósito de se fazer o convite a Jesus era que eles – o anfitrião e seus colegas fariseus, bem como os especialistas na lei que este convidara –, ao observá-lo detidamente, pudessem descobrir uma razão para formular uma acusação contra ele.” (Hendrinksen, Willian. Comentário do Novo Testamento: Lucas. São Paulo: Cultura Cristã, 2003, vol. 2, p.254).

2. O bem no sábado:
“‘É lícito curar no sábado?’ Esta pergunta requer reflexão: Está em harmonia com a lei de Deus curar no dia de descanso? De acordo com o ensino rabínico, não era lícito. A cura só podia ser feita no sábado quando a vida estava em perigo. Este homem provavelmente não pioraria se esperasse mais um dia. [Mas, para Jesus, qualquer bem ao outro deve ser feito no sábado].” (ARRINGTON, French L. & STRONSTAD, Roger (Editores). Comentário bíblico pentecostal: Novo Testamento. Tradução: Luís Aron de Macedo e Degmar Ribas Júnior. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p.414).

Item da lição: “Os opositores de Jesus o criticam”

3. Murmuradores:
“Havia murmurações e reclamações (…) sempre que estas duas classes entravam em contato com Jesus. Conforme os publicanos e pecadores se aproximavam de Jesus, os fariseus e os escribas aumentavam suas reclamações. A diferença social é aqui um abismo enorme.” (ROBERTSON, A. T. Comentário Lucas: à Luz do Novo Testamento Grego. Tradução: Luís Aron de Macedo. Rio de Janeiro: CPAD, pp.273-274).

4. Comendo com pecadores:
“Esta é uma acusação antiga (Lc 5.30) e uma transgressão muito mais séria, do ponto de vista dos fariseus. A sugestão é de que Jesus prefere estes párias às classes consideradas ‘respeitadas’ (os fariseus e os escribas) porque Ele é como eles, em caráter e gostos, associando-se inclusive as meretrizes. Havia um aguilhão na acusação de que Ele era ‘amigo’ (…) de publicanos e pecadores (Lc 7.34).” (Ibidem, p.274).

Item da lição: “Os opositores de Jesus o ridicularizam”

5. Zombaria:
“Zombavam. Literalmente, erguer o nariz diante de. Os romanos tinham uma expressão correspondente, naso adunco susoendere, suspender no nariz curvo. Quer dizer, curvar o nariz para cima formando um gancho, sobre o qual (de modo figurado) o objeto a ser ridicularizado seria pendurado. Assim, Horácio, em uma das suas sátiras, ao fazer o relato de um banquete pretencioso na casa de um rico avarento, descreve um dos convidados suspendendo tudo no seu nariz, ou seja, fazendo gracejos com tudo o que ocorria.” (VINCENT, Marvin Richardson. Vincent: estudo no vocabulário grego do Novo Testamento. Tradução de Degmar Ribas Júnior e Marcelo Siqueira Gonçalves. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.326).

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