O empenho da igreja e a influência do Espírito Santo são, como já ficou demonstrado, determinantes para a propagação do evangelho no mundo, e é importante saber que, sem essa providência, as pessoas não tomarão conhecimento das intenções de Deus a respeito da humanidade; conseqüentemente, não poderão ser salvas, se não houver quem lhes anuncie o evangelho. Portanto, é necessário que cada crente tome consciência do papel que lhe foi reservado, dentro do plano divino, e se disponha a exercê-lo, não em proveito próprio, mas em favor das outras pessoas.

Paulo parece ser o melhor exemplo que conhecemos em matéria de compreensão e execução desse dever. Diz ele: Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho! (I Co 9: 16). Em outra parte de seus escritos, ele afirma que a pregação do evangelho era considerada uma dívida sua para com Deus e os homens (Rm 1:14). E ninguém cumpriu esse dever tão bem quanto ele.