Para os médicos, era um quadro irreversível de gripe suína. Mas o Deus do impossível livrou seu filho da morte

Para os médicos, era um quadro irreversível de gripe suína. Mas o Deus do impossível livrou seu filho da morte

Aderildo Luiz da Silva Junior, 26 anos, promessista de Três Lagoas (MS) teve um diagnóstico errado, foi transferido de hospital e permaneceu nove dias na UTI. Sobreviveu, graças à potente mão do Senhor

“Quero relatar o maravilhoso milagre que o Senhor Deus operou em minha vida. Eu moro na cidade de Três Lagoas (MS), sou piloto de helicóptero e trabalho na cidade de Macaé (RJ), transportando passageiros para as plataformas de petróleo.

Em julho, eu estava de folga em Três Lagoas, pois minha escala é 15 por 15, quando a empresa entrou em contato comigo para que eu comparecesse ao Rio de Janeiro, para um curso periódico na área de segurança de vôo. Decolei do aeroporto internacional de Campo Grande (MS) com destino ao Rio de Janeiro, com escala em Congonhas (SP). Fiquei um dia no Rio e fiz o mesmo trajeto de retorno, com escala em São Paulo.
Ao retornar, comecei a sentir dores no corpo, fraqueza e leve dor de cabeça. Repousei por cerca de uma hora e meia e então veio a febre alta, de 38,5º. Minha mãe e eu fomos ao Hospital da Unimed, onde recebi o primeiro atendimento.

Como os sintomas persistiram, fui ao hospital de referência de Três Lagoas. Fui internado ali, no dia 18. Naquela noite, o pastor da IAP em Três Lagoas, Geraldo Magela, leu o texto que está em Deuteronômio, capítulo 28, versículo 3: “bendito serás tu no campo, e bendito serás na cidade”. Ele orou e me ungiu com óleo.

Permaneci ali até o dia 21, pela manhã, com a mesma temperatura, de 38,5º. Meu quadro clínico estava piorando a cada dia, agora com dificuldades de respirar e estavam me medicando como se eu tivesse contraído dengue.

Naquele mesmo dia falei com meus pais e decidimos ir para o Hospital de Base de José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Meu estado era tão crítico, que não me lembro de nada nessa viagem. Chegando ao hospital, fui para uma sala de triagem. Ao ver meu estado, a médica solicitou que me levassem urgentemente para a UTI. Já era madrugada do dia 22 e ali permaneci por longos nove dias. Lembro-me de que, no primeiro dia, tive uma tosse muito intensa, os pulmões estavam todos tomados pela pneumonia, não conseguia respirar, então achei que naquele momento o Senhor me recolheria. Orei a ele assim: “Senhor, se este é o fim da minha história aqui na terra, guardo minha fé em ti, Senhor. Perdoa meus pecados e eu te suplico, Jesus, que eu me encontre contigo, quando o Senhor voltar para buscar os remidos”.

Porém, a partir desse dia, fui melhorando, embora cada dia parecesse uma eternidade. Eu não sabia quando era dia ou noite, eram muitas agulhas, medicamentos e, no quinto dia, veio a confirmação de que eu havia realmente contraído o vírus Influenza A (H1N1), chamada de gripe suína.

Sempre confiando em Deus, meus pais foram à IAP de São José do Rio Preto e naquele culto, o Senhor falou com eles pela mensagem, que abordou a cura do cego de Jericó. Deus falou que iria me curar, assim como fez com aquele cego.

E foi assim, para honra e glória de Deus! Depois de nove dias, me tiraram do isolamento e da UTI, fui transferido para o quarto, onde fiquei por mais quatro dias.

No dia da alta hospitalar, toda a equipe médica que me acompanhou veio me ver e vários disseram que, para a medicina, meu caso era sem volta, que tudo indicava que a gripe seria fatal para mim. Porém, hoje estou vivo para falar do milagre que Deus fez em minha vida e de que nada é impossível para o Supremo Deus. Que Ele seja louvado!

Quero manifestar também meu agradecimento a todos os meus irmãos em Cristo que oraram por mim, ao Pr. Janir (IAP S. José do Rio Preto), ao Pr. Geraldo Magela (IAP Três Lagoas) e ao Pr. Sebastião Lino (diretor jurídico do Presbitério Geral). Creia que o mesmo Deus que realizou este milagre em minha vida é o que está com você também. Que Deus abençoe a todos.”

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