O colportor João Augusto da Silveira foi convidado pelos pastores Frederico Spies e Ricardo Wilfart, para substituir um obreiro que havia sido transferido para o Estado de Minas Gerais. Aceitou o convite, que tinha como tempo determinado 10 meses de experiência. Findaram-se os meses, mas ele continuou na obra do ministério, no qual serviu durante 11 anos.

Em 1922 recebeu das mãos do pastor Meyer, no Rio de Janeiro, a credencial de ministro licenciado, documento que a Organização dava aos obreiros desde os dias de Tiago White, conforme o livro Fundadores da Mensagem, pág. 137.

Ainda no ano de 1922 João Augusto da Silveira foi consagrado ao ancionato, pelo pastor Clarence Emerson Rentfro. A consagração referida equivale à de presbítero, segundo a própria Bíblia Sagrada ( II Jo 1, III Jo 1, I Pe 5:1).

Na Igreja Adventista do 7º Dia, permaneceu até 1928, pedindo seu desligamento do ministério e da Igreja, por motivo essencialmente doutrinário. Suas próprias investigações bíblicas o levaram a aceitar a doutrina do batismo no Espírito Santo, com o dom de línguas estranhas, conforme ensina a Bíblia Sagrada. Em 9 de janeiro de 1929, recebeu a carta de conduta, assinada por Ernesto Mansel, presidente da Missão Pernambucana, escrita nos seguintes termos: “O fim da presente é de certificar que o Sr. João Augusto da Silveira esteve empregado em nossa Organização durante onze anos, mostrando sempre boa vontade ao trabalho, é pessoa honesta e de toda a confiança, saindo de nossa Organização por sua livre e espontânea vontade”.