A oração sempre foi, é e continuará sendo a alavanca de impulso que move as ações do crente, em qualquer avivamento. É evidente que não estamos nos referindo àquela oração rotineira, usual, às vezes apressada ou com hora marcada: ao deitar, ao levantar ou por ocasião das reuniões; referimo-nos àquela oração que é feita com intensidade, em que prevalece a confidência e a intimidade entre o adorador e o adorado; a oração que é feita por alguém que está ardendo em fé, que tem o coração contrito e confiante, que está movido pela mais pura das intenções, na busca daquilo que pretende receber, sendo que, ao receber, não hesita em testemunhar de seu benfeitor.