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Alianças Perigosas

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Dicas

Dinâmica: Papel sulfite A4 e caneta esferográfica
Depois de ler o primeiro parágrafo do tópico I: Fatos para recordar, peça que cada estudante da classe liste, numa folha de papel, seus planos de vida para o ano de 2018. Em seguida, instigue-os a pensar e escrever uma estratégia de modo a pôr esses planos sob a orientação de Deus. A estratégia pode ser uma campanha de oração, um período de jejum, etc. O importante é que se detalhe como a estratégia será executada. Após fazerem isso, lembre-os a não se desfazerem do papel, que será utilizado em outra dica adiante.

Experiência pessoal: Após estudar o item 3: o resultado da aliança, estimule a, pelo menos, dois alunos a se voluntariar a contar uma experiência pessoal em que tomaram decisões precipitadas por não consultarem a Deus, e as consequências provenientes desse erro. Em seguida, faça uma reflexão com a classe sobre como é importante se esperar a resposta divina antes de qualquer decisão.

Momento de oração: De posse da folha de papel utilizada na dica 01, estimule cada estudante, num momento de oração, a pôr nas mãos de Deus cada projeto de vida listado anteriormente.

Material de apoio: Use os comentários adicionais, disponíveis no espaço abaixo, para complementar a aula.

Comentários Adicionais

    1. Habitações históricas
      “Para entender Josué 9, é preciso voltar um pouco atrás, aos livros de Deuteronômio e Êxodo, e relembrar as orientações que Moisés tinha dado a Israel com relação aos povos que moravam naquela terra. Deus deu a terra, mas ela estava ocupada, e os povos que habitavam aquela região viviam a séculos. Eram civilizações inteiras, com cidades fortificadas e exércitos. Pode-se dizer que se tratava de pequenos reinos de culturas distintas que brigavam entre si. Não era uma terra virgem, na qual os israelitas poderiam chegar, desmantar e instalar fazendas. Havia uma guerra de conquista a ser feita.” (Nicodemus, Augusto. A conquista da terra prometida: a mensagem de Josué para hoje. São Paulo: Vida Nova, 2017, p.174).
    2. Aparência de piedade e fragilidade
      “Essa foi a mentira contada pelos gibeonitas. Eles eram heveus, não queriam morrer e sabiam que perderiam se fossem para batalha. Então, usaram esse estratagema, que, aliás, era muito bem pensado, pois incluía elogiar a Deus e enaltecer seu poder, além do oferecimento para servir o povo israelita. Como diz Eclesiates: ‘porque melhor é o cão vivo do que o leão morto’ (Ec 9.4). Enfim, aquele pedido mexeu com o coração do povo de Israel.” (Ibidem, p.180).
    3. O erro de não consultar a Deus
      “(…) o autor esclarece que Josué e os israelitas falharam por não consultar a Deus. Com essa omissão, eles inquestionavelmente colocaram em perigo a santidade de Israel, pois deixaram viver um segmento da população de Canaã. Entretanto, é possível apresentar o outro lado da história. Os gibeonitas, mediante seu embuste, causaram tal situação. O juramento que lhes fora feito não poderia ser desfeito, mas a anomalia resultante tinha de ser claramente marcada como outro lembrete indelével do que havia ocorrido (…). Assim, a necessidade de separação absoluta entre Israel e seus vizinhos idólatras deveria ser reconhecida e trazida à memória em todo o tratamento que os gibeonitas recebessem.” (WOUDSTRA, Marter H. Comentário do Antigo Testamento: Josué. Tradução de Marcos Vasconcelos. São Paulo: Cultura Cristã, 2011, p.159).
    4. O sol e a lua pararam!
      “A linguagem que Josué usa a falar ao sol e à lua é a da observação comum, empregada ainda hoje na era científica. É provável que Josué e seus contemporâneos pensassem que o sol se movia em torno da terra. Mas se hoje a referência ao levantar-se e pôr-se do sol não deve ser forçada a construir ‘uma visão do universo’, muito menos a linguagem de Josué.” (Ibidem, pp. 167-168).
    5. O sol e a lua pararam 2!
      “Talvez o mistério continue porque não se conhece o suficiente das práticas astrológicas do segundo milênio a.C. Certamente o emprego de um agourou a manifestação de um poder divino superior ao agouro podem explicar parte do texto. Pode ser que manter o sol e a lua na mesma posição serviu para alcançar esse feito. À semelhança de grandes pedras, esse milagre demonstrou a participação especial de Deus na derrota dos inimigos de Israel.” (HESS, Richard. Josué: Introdução e comentário. Tradução de Márcio Loureiro Redondo, Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 2006, p.175).
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