Dicas da lição 7 – “A história da queda”

A história da queda

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Dicas

  • Dinâmica: Para dar “vida” à história da queda, escolha dois alunos (um homem e uma mulher) para fazerem o papel de Adão e Eva; Providencie um cesto com algumas frutas. Escolha uma para ser a fruta proibida. (se desejar estimule-os a encenar o fato de Gn 3).
    Leia o seguinte treco da Escritura em Gn 2.15-17. Peça que sua aluna morda a fruta e o dê ao aluno. Em seguida, pergunte qual foi o pecado? Certamente, a desobediência será a resposta.
    Após este momento, traga pedaços de papel, distribua em classe, junto a canetas e lápis e peça para que escrevam as consequências da desobediência: Distanciamento de Deus; Ruptura nos relacionamentos humanos; prejuízos à natureza; escravidão ao pecado; sentença de morte. Diga que expliquem cada consequência. Utilize o texto de Gn 3.8-24 e no item 3, onde você pode aplicar melhor esta dinâmica. (adaptado de: http://ebdnoronha.blogspot.com.br/2015/06/dinamica-da-licao-01-queda-juvenis.html).
  • Vídeo: Pode usar este vídeo para falar sobre o mito de que o “fruto proibido” seria a maçã e pra acrescentar algumas coisas a sua aula. Use este vídeo no item 2 “a concretização da queda”. Acesse o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=-HaIm5QRp5Q
  • Desafio da semana: Mande para seus alunos e alunas pelo WhatsApp, redes sociais ou exiba em sala, o infográfico com o desafio da semana desta lição.

 

 

Comentários Adicionais

    1. A importância de Gn 3:
      “(…) as respostas satisfatórias às grandes questões da humanidade, as perguntas sobre conhecimento, morte, sexualidade e nascimento, sofrimento, trabalho, fome, roupas e preocupações em relação à morte (…) [estão neste capítulo]”. (BRÄUMER, Hansjörg. Gênesis I: comentário Esperança. Tradução: Doris Köber. Curitiba: Esperança, 2016, p.69).
    2. Suscitar dúvida:
      “O propósito é suscitar dúvida, e por isso, sua tradução mais aproximada seria: ‘Será mesmo que?’ Lutero começa a pergunta com: ‘Sim, mas será…?’, e comenta sua tradução: ‘Não consigo reproduzir bem o hebraico, nem em alemão nem em latim, pois a palavra ‘aph ki soa como se alguém torcesse o nariz, rindo e zombando de mim’.” (Ibidem, 70).
    3. No lugar de Deus:
      “(…) ‘Quem sou eu?’ A resposta correta era que Adão e Eva eram criaturas de Deus, dependentes dele e sempre subordinadas a ele, seu Criador e Senhor. Mas Eva, e depois Adão, sucumbiram à tentação de ser ‘como Deus’ (Gn 3.5), tentando assim colocar-se no lugar de Deus.” (GRUDEM, Wayne A. Teologia Sistemática. Tradução: Norio Yamakami et al. São Paulo: Vida Nova, 1999, p.405).
    4. Insensatez:
      “Na verdade não faz sentido que Satanás se tenha rebelado contra Deus na esperança de poder exaltar-se acima de Deus. Nem que Adão e Eva tenham pensado que poderia advir algum benefício da desobediência às palavras de seu Criador. Foram decisões insensatas. [Logo, todo pecado é insensato.]” (Ibidem, p.406).
    5. Consequências:
      “Assim, pareceu bem a Deus afligir os humanos depois que foram perdoados pelo seu pecado para que, assim, fossem admoestados e lembrados do que aconteceu no paraíso e naturalmente dessem graças a Deus porque, embora merecessem ser perpetuamente condenados, foram libertados pela misericórdia de Deus por intermédio do filho da virgem.” (THOMPSON, John L. Comentário Bíblico da Reforma: Gênesis 1-11. Tradução de Heber de Carlos Campos Jr. et al. São Paulo: Cultura Cristã, 2015, p.223).
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