Dicas da lição 6 – “Exercício da confissão”

Exercício da confissão

 

Dicas

 

 

Comentários Adicionais

  1. Davi e confissão:
    “O rei não precisou fazer penitência nem passar por um ‘período de sursis’; tudo o que teve de fazer para que o Senhor o perdoasse foi confessar sinceramente seus pecados (1 Jo 1:9). O fardo da transgressão foi removido, a dívida foi cancelada, o que estava distorcido se endireitou, e o Senhor não registrou os pecados de Davi”. (Wiersbe, Warren W. Comentário bíblico expositivo: Antigo Testamento: poéticos. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.150).
  2. Agostinho e confissão:
    “Para Agostinho, confessar é desnudar a alma e o coração diante de Deus, de nós mesmos e dos outros. É através deste ato que o homem passa a conhecer-se a si mesmo. Para ele, praticar a verdade é tornar claro quem ele é. Agostinho sabia que é possível ao homem enganar-se a si mesmo e construir uma imagem falsa perante o próximo, mas diante de Deus é impossível que o homem esconda sua verdadeira face.” (Barbosa, Ricardo. Janelas para vida: resgatando a espiritualidade do cotidiano. 2 ed. Curitiba: Encontro, 2008, pp. 172-173).
  3. Arrependimento e confissão:
    “Falar da Prática Devocional da confissão é falar de metanoia, de arrependimento, de mudança de mente, de transformação da vida! Confessar é alcançar a graça divina e entender que nada foge ao olhar de Deus, nada escapa ao olhar do Espírito Santo.” (Leonardo Jr., João; Freitas, Eleilton William S. Caia na real: proposta de vida real para um tempo virtual. São Paulo: GEVC, 2010, p.110).
  4. Providência e confissão:
    “A CONFISSÃO DE PECADO é uma providência tornada possível pela misericórdia divina para sanar as fraquezas cometidas ao longo da caminhada cristã. A confissão verdadeira remove a crise provocada pelo pecado e restaura a comunhão perdida ou arranhada.” (César, Elben. Práticas devocionais; exercícios de sobrevivência e plenitude espiritual. 4. ed. Viçosa: Ultimato, 2005, p.45).
  5. Confissão, uma porta aberta!:
    “A porta aberta da confissão do pecado está aberta de par a par por duas razões de acordo com o registro de João. A primeira está relacionada com a incapacidade do crente de alcançar o alvo mais elevado (…) [Não pecar]. A segunda está relacionada com a capacidade de Jesus de fazer e ser ‘a propiciação pelos nossos pecados’. (…) (I Jo 2.1-2).” (Ibidem, pp.45-46).

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